
Cirurgia robótica
Cirurgia do coração conduzida pelo robô da Vinci, por aberturas de poucos centímetros entre as costelas. A Dra. Paola atua com plataforma robótica desde 2015, e os dois fellowships no Canadá incluíram cirurgia valvar robótica.
Cirurgia cardiovascular · São Paulo
Olá.
Sou a Dra. Paola Keese Montanhesi, cirurgiã cardiovascular. Cirurgia valvar, acessos minimamente invasivos e robótica.
Conhecer a atuação clínicaA ideia
Dentro do coração existem fios finos que seguram a valva e fazem ela fechar. Quando eles rompem, o folheto sobe e a valva passa a vazar. Boa parte do trabalho da Dra. Paola é reconstruir esses fios com medida exata, para a valva voltar a fechar sozinha.
cordoalha tendínea · os fios que sustentam a valva
Sobre
Dra. Paola Keese Montanhesi é cirurgiã cardiovascular com título de especialista no Brasil, formada pela UNICAMP e com treinamento avançado em cirurgia cardíaca no Canadá. Sua trajetória é voltada à cirurgia valvar e às abordagens minimamente invasivas e robóticas, combinando prática clínica, pesquisa e educação em cirurgia cardiovascular.
A técnica muda. A pergunta continua a mesma: o que este coração precisa?
UNICAMP. Residência em Cirurgia Cardiovascular, São Paulo. Western University. University of Toronto. St. Michael's Hospital. Credenciada no Hospital Israelita Albert Einstein e no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. RQE 81700. SBCCV, ISMICS, LACES e ESC.
Atuação clínica
A escolha do tratamento nasce da doença, da anatomia, do risco e do que você quer da sua vida depois. A técnica vem no fim.

Cirurgia do coração conduzida pelo robô da Vinci, por aberturas de poucos centímetros entre as costelas. A Dra. Paola atua com plataforma robótica desde 2015, e os dois fellowships no Canadá incluíram cirurgia valvar robótica.
Avaliação cirúrgica da valva mitral, incluindo possibilidades de reparo e abordagens minimamente invasivas quando indicadas.
Avaliação das doenças da valva aórtica e da aorta, com escolha individualizada da estratégia de tratamento.
Cirurgia por acessos menores quando a anatomia e a doença permitem atingir o objetivo cirúrgico com segurança.
Avaliação das opções cirúrgicas e compreensão das alternativas por cateter no contexto da decisão multidisciplinar, quando aplicável.
Correção do defeito entre os átrios, com possibilidade de acesso menor conforme o tipo do defeito e a anatomia.
Cirurgia de ponte para a doença das artérias coronárias, indicada a partir do cateterismo e do quadro clínico.
O robô não decide nada. Ele obedece a mão que aprendeu.
da Vinci Xi · Sala híbrida
Experimente
As cordas prendem o folheto ao músculo dentro do coração. Quando elas rompem, o folheto sobe acima da linha do átrio e o sangue vaza de volta. Pressione e segure o botão: os fios novos entram em tensão e trazem o folheto para o lugar.
A valva fecha. Sem prótese.
Reconstruir a cordoalha com medida exata é o que permite guardar a valva da própria pessoa. A Dra. Paola escreveu o guia técnico dessa reconstrução em 2022.
Como o tratamento é escolhido
O que exatamente está acontecendo na valva, e há quanto tempo.
Como é o seu coração nas imagens. É ele que diz o que é possível.
O que o seu corpo suporta hoje, e o que muda se você esperar.
O que você quer da sua vida depois da cirurgia entra na conta.
A técnica vem por último. Ela é consequência dessas quatro respostas, nunca o ponto de partida.
Trajetória e formação
Residência em São Paulo, anos dentro de um programa de cirurgia cardíaca robótica no Brasil e dois fellowships avançados no Canadá.
Cirurgia em São Paulo
A Dra. Paola é credenciada no Hospital Israelita Albert Einstein e no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, os dois com plataforma robótica. As cirurgias podem ser realizadas nessas instituições conforme indicação clínica, planejamento, disponibilidade e as regras de cada uma.
Este site é informativo. A indicação de qualquer cirurgia depende de avaliação individual e não pode ser feita por uma página.
Pesquisa e publicações
Produção revisada por pares em reparo mitral, cirurgia robótica e minimamente invasiva, otimização perioperatória e síntese de evidências.
Trabalho sobre reoperação da valva mitral e como uma segunda cirurgia pode ser abordada hoje.
Ver publicaçãoRevisão sistemática e meta-análise comparando dois caminhos minimamente invasivos até a valva aórtica.
Ver publicaçãoO guia técnico para reconstruir as cordoalhas da valva mitral com loops de medida pré-definida.
Ver publicaçãoComo a cirurgia mitral robótica se firmou na região e o que os primeiros programas aprenderam.
Ver publicaçãoA lista completa de publicações está no ORCID.
ORCID 0000-0002-3948-9443Afiliações
Participar dessas sociedades é o que mantém a prática dentro da discussão que move a cirurgia cardíaca.
Perguntas
Em muitos casos, sim. Depende da valva, da sua anatomia nas imagens e do risco. O objetivo da cirurgia vem primeiro e o acesso vem depois. Se um acesso menor não for seguro para o seu caso, isso é dito com clareza.
Quando o reparo é possível, ele costuma ser preferido, porque você mantém a sua própria valva. Nem toda valva pode ser reparada. A revisão das suas imagens é o que responde isso.
O caminho até o coração, não o objetivo da cirurgia. Os instrumentos entram por aberturas pequenas entre as costelas e a cirurgiã os conduz do console, com visão ampliada em três dimensões. Se o acesso robótico não for o mais seguro para o seu caso, ele não é usado.
Varia com a operação, com o acesso e com você. Esse número é dado na consulta, para o seu caso, e não antes.
Não é obrigatório, mas ajuda. Se o seu cardiologista já escreveu uma carta, traga. Ele continua acompanhando você depois.
Não. Se você já tem exames, traga: ecocardiograma, tomografia, cateterismo e os laudos ajudam muito. Se você ainda não tem nada, a consulta começa pela sua história e os exames são pedidos a partir dela.
Consulta
Com exames em mãos ou sem nenhum ainda, a avaliação começa do mesmo jeito: entendendo a sua história, o que você sente e o que já foi dito a você.